Marquinhos convoca torcida para apoiar Avaí rumo à Série A

Postado por: André Palma Ribeiro

Marquinhos em sua última entrevista coletiva Foto: André Palma Ribeiro / Avaí FC

O ídolo e capitão Marquinhos deu sua última entrevista coletiva como atleta profissional do Avaí na tarde desta quarta-feira (21), no auditório da Ressacada. Foi um bom papo, onde o meia resgatou passagens de sua carreira, falou do apoio da família, dos colegas de clube e da imprensa. Aos 37 anos, disse que entrou e vai sair pela porta da frente, sempre fazendo amigos, numa carreira de quase 20 anos.

Marquinhos foi campeão em vários clubes, conquistou vários acessos, numa carreira que iniciou aos 9 anos quando seu pai, Seu Luiz, o levou para jogar bola. A família tinha um time de futebol em Serraria, onde morava. A partir daí, levado pelo professor Mesquita, foi para o futsal e não tardou a chegar ao Avaí, onde construiu toda a sua história, mesmo tendo jogado na Alemanha e em muitos outros clubes do futebol nacional.

“Sempre fui cobrado para ser o melhor. Toda vez que eu saía para jogar, minha mãe gols. E foi uma caminhada longa, um ciclo que se encerra dentro de campo. Tenho este último capítulo e vamos tentar fazer um grande jogo. Eu estou pensando nas coisas boa, nos momentos felizes e agradecer as portas que o Avaí abriu. Sempre saí de casa para vencer. Pessoas no Avaí que me ajudaram, o Zunino, o Gastão, muito queridos. Depois o Battistotti, Dona Lourdes, Luciano Correa. Isso tudo que planejei para minha vida eu conquistei, tudo que eu sonhava”, disse Marquinhos.

Sobre sua condição física, Marquinhos lamentou as lesões no joelho. “Joguei com dor e mesmo não jogando meu joelho dói e vai continuar doendo. Mesmo parando de jogar. Mas se isso fosse para me abater, eu já teria parado de jogar em 2014. Esta energia que a Ressacada e a torcida do Avaí me passam foi fundamental para continuar”, acrescentou.

Marquinhos deixou claro. “Penso exclusivamente no clube, na instituição, sem vaidade alguma. Não tenham dúvida disso, sempre tive uma conduta profissional. Entrei e vou sair pela porta da frente. E a conquista deste novo acesso será a glória para todos nós. Um orgulho encerrar a carreira deixando o Avaí no topo, na elite”.

Sobre jogar ou não a decisão contra a Ponte Preta, no sábado (24), última rodada do Campeonato Brasileiro – Série B, Marquinhos disse que isso não o preocupa. “Eu quero a vitória, a conquista do Avaí. Se tivesse alguém para fazer o gol do acesso, queria que fosse o Pedro Castro, um menino batalhador, honesto, que ajuda muito o time, atuando silenciosamente. E mesmo recebendo críticas em alguns momentos, nunca abaixou a cabeça. Eu torço muito por ele”, completou.

Registro com profissionais de imprensa que estiveram na última coletiva                   Foto: Divulgação / Avaí FC

Confira a última entrevista de Marquinhos:

 

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