Homenagem a Leoberto Leal

Postado por: André Palma Ribeiro

No jogo entre ABC e Avaí, no sábado (23), pela 37ª rodada da Série B, o Leão prosseguirá com suas homenagens aos municípios catarinenses. No dia do jogo, os goleiros avaianos estarão usando uma camisa em homenagem à cidade de Leoberto Leal.

O município se encontra a aproximadamente 145 km de distância da Capital e pertence a região da Grande Florianópolis. Leoberto Leal conta com uma população de aproximadamente 3.365 habitantes, segundo censo do IBGE de 2010. Esse ano, no dia 12 de dezembro a cidade irá comemorar 51 anos.

Histórico de Leoberto Leal

Antes de 1917, Leoberto Leal era uma plena mata virgem, onde só havia caças e ainda alguns indígenas. No inicio de 1917 entravam apenas os caçadores que matavam antas, veados e outras demais caças pequenas dentre esses caçadores destacam-se: Rodolfo Andersen e Antônio França, por alcunha , “Tonico”, foram eles que deram o nome primitivo: Vargedo.

Neste mesmo ano, Rodolfo Andersen construiu para sua residência o primeiro rancho neste lugar, nas proximidades da igreja evangélica em Alto Vargedo. Rodolfo Andersen era natural de Santa Tereza, hoje Catuira, distrito do município de Alfredo Wagner e Tonico França natural de Angelina, município de São José.

Neste mesmo ano 1917, foi que veio a primeira leva de colonos da mesma colônia de Santa Tereza do município de Lages para a localidade de Alto Vargedo, eram eles: João Luiz Hinchel, João Manuel da Rosa, Maria Alexandre, Galdina do Rosário (viúva), Gertrudes Hinchel, Maria Constância Hinchel, Frederico Hinchel, Candido Ferreira de Melo Filho, Joviano Ferreira de Melo, Bernado Vidal, José João Paulo, João Barbeiro, Miguel Espanhol e Teodoro Preto, estes foram os primeiros colonizadores, juntos ainda com estes primeiros colonos veio de Barracão, hoje município de Alfredo Wagner o senhor Egídio Borges dos Santos.

Nos anos seguintes 1918 e 1919, em virtude de ser fechado o caminho por onde passavam pela fazenda do Senhor Coronel Napoleão Poeta pelo respectivo dono ficaram estes colonos encurralados tendo que fazer uma volta para irem a Santa Tereza fazer sua s compras de quase 80 km, passando pela localidade de Quebra-Dentes e a fazenda do senhor José Crisostomo Koerich até chegar na divisa desta mesma fazenda com terras do Núcleo Colonial Senador Júnior, onde ficava situado “Vargedo”.

É bastante esclarecedor que naquela época não havia casa comercial em Vargedo. Para fazerem suas viagens eram necessários 2 ou 3 dias, pois, havia o perigo dos índios e das onças. Nos anos de 1918 e 1919, veio a segunda leva de colonos vindos do município de Palhoça e de São José interessadas pelas novas terras.

Em 1920, foram construídos dois moinhos de moer milho; um instalado por Joaquim Inácio de Souza em Barra Grande do Rio Antinha, o outro moinho instalado por Crecêncio Coelho nas proximidades e acima da sede de Leoberto Leal.

O primeiro engenho de farinha de mandioca foi construído pelo senhor Bernardo Filippus em Barra do Rio Emiliano. A primeira casa comercial foi instalada abaixo da Barra do Rio Antinha por Carlos Luiz Guchert, a segunda, em Barra do Rio Antinha, instalada Paulino Plácido de Souza, a terceira casa comercial era de João Luiz Chel, na localidade de Alto Vargedo.

A primeira missa celebrada em Vargedo pelo Ver. Pe. Augusto Schwirling, na residência do senhor Augusto Lehmkuhl este Padre, sua residência era em Teresópolis município de Palhoça.

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